Confira o guia completo dos principais ataques a sites e aplicativos

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15 bilhões: esse é o número de tentativas de invasões cibernéticas que o Brasil sofreu em apenas três meses. Além disso, o país é o terceiro maior alvo para cibercriminosos, perdendo somente para a China e os Estados Unidos.

Portanto, é fundamental ficar atento aos ataques a sites e aplicativos. Conhecê-los é a melhor forma de se prevenir e impedir que os problemas fiquem ainda maiores. Para completar, é indispensável utilizar os mecanismos corretos de proteção.

Na sequência, saiba tudo sobre ataques a sites ou aplicativos e aprenda a se livrar dos mais comuns!

1. Em que consistem os ataques a sites e aplicativos?

Para partir do princípio, vale entender o que configura uma situação do tipo. Basicamente, os ataques a sites e aplicativos consistem em ações coordenadas e mal-intencionadas que buscam invadir os servidores das organizações.

Eles são realizados por hackers (cibercriminosos) e podem ter objetivos diversos, mas na maioria das vezes o processo é executado em busca de informações e vantagens. Os criminosos costumam roubar dados de pagamento de clientes, acessar elementos pessoais ou mesmo exigir “resgate” para a organização responsável afetada.

Além disso, há invasões de caráter político, como para manifestar uma opinião ou protestar contra determinada organização. Não menos importantes, existem as realizadas por concorrentes que atuam no mercado de maneira mal-intencionada.

Com a popularização dos aplicativos, eles também se tornaram alvos preferenciais, por isso uma organização pode ter o site, o app ou ambos atacados simultaneamente.

2. Quais são os principais tipos de ataques a sites e aplicativos?

Dependendo dos objetivos, da experiência do hacker e até dos recursos disponíveis, as invasões acontecem de maneiras distintas. Como são exploradas várias vulnerabilidades, é preciso conhecer os tipos para saber como se proteger corretamente.

Na sequência, descubra quais são os principais tipos de ataques a sites ou aplicativos e entenda como funcionam!

DDoS

Um dos ataques mais comuns é o DDoS (ou Distributed Denial of Services). Ele acontece quando o endereço ou app é inundado por requests por parte de centenas ou milhares de “máquinas-zumbis”. Como o site ou app não aguenta o tráfego tão elevado, fica indisponível para usuários legítimos.

Ele também pode ser executado com o uso incorreto ou inundação de HTTP. Isso torna a invasão ainda mais intensa e prolonga a indisponibilidade e/ou as perdas.

Ransomware

Entre os ataques mais letais, está o de ransomware que usa um código para bloquear completamente os sistemas de sites e aplicativos. No geral, os arquivos são “sequestrados” e criptografados, ficando inúteis temporariamente.

Nesses casos, é comum que os criminosos exijam o pagamento de um “resgate”, feito em criptomoedas. Se o valor não for quitado, os arquivos são inutilizados permanentemente.

Phishing

A técnica de phishing geralmente não inclui invasões ou quebras de vulnerabilidade. Em vez disso, explora erros e comportamentos inseguros das pessoas. Um exemplo foi o que aconteceu com o secretário da ex-presidenciável norte-americana Hillary Clinton: o profissional recebeu um e-mail, que parecia confiável, e inseriu informações as quais foram coletadas pelos criminosos.

Então, eles conseguiram “espionar” dados e obtiveram acesso a e-mails enviados pela candidata, o que resultou em uma investigação. Portanto, o phishing se baseia em criar uma estrutura fraudulenta, mas que pareça confiável, para coletar dados ou levar à instalação de programas espiões.

Eavesdropping

Os ataques do tipo eavesdropping consistem na interceptação de informações em determinada rede. É como se o invasor “grampeasse” a comunicação entre um usuário e um servidor.

Isso é feito tanto pela interceptação de comunicações sem proteção quanto com a instalação de programas espiões que facilitem o acesso. O grande problema é que dados sensíveis podem ser utilizados por pessoas não autorizadas — inclusive, alguns hackers ganham passe livre ao banco de dados completo.

Pharming

Quando o ataque acontece no cache de DNS, é do tipo pharming. Ele não altera a apresentação do site ou aplicativo, mas modifica o direcionamento das requisições.

Com o cache “envenenado”, a visita a um site redireciona a outro completamente diferente, que tem a chance de fazer a infecção por malwares, por exemplo. A página de redirecionamento também pode servir para a coleta de informações via phishing, como no caso de sites falsos dos bancos.

Port scanning attack

Muitos ataques acontecem com a exploração de uma vulnerabilidade que não foi reconhecida pela organização. No port scanning attack, os invasores enviam solicitações a uma porta e aguardam sua resposta. Com a análise desses dados, é possível identificar onde estão as brechas, o que é ainda mais perigoso, pois a ação pode não ser reconhecida inicialmente.

Ataques de força bruta

Não menos importantes, há os ataques de força bruta, que consistem em executar diversas combinações para encontrar uma senha ou um ponto de acesso. O processo pode demorar alguns dias ou ser impossível de ser realizado pela demora.

Trata-se de uma técnica básica, mas que não deve ser ignorada. Senhas simples, por exemplo, são facilmente quebradas e levam a invasões.

3. Como identificar um ataque?

A identificação rápida e adequada dos ataques a sites ou aplicativos é uma das formas de evitar problemas maiores. Com uma atuação eficiente, é viável conter os danos e evitar a indisponibilidade prolongada. Estar preparado, portanto, também é uma questão de segurança.

Cada sistema e organização tem características específicas, as quais devem ser consideradas na hora dessa identificação. Mesmo assim, algumas dicas são muito úteis. Conheça as principais abaixo!

Faça uma varredura completa no sistema

Com certa frequência, é interessante fazer uma verificação completa no sistema para entender se existe algo de diferente, como uma vulnerabilidade explorada. Em um ataque DDoS, fica fácil identificar o problema porque o site logo cai. Em invasões, entretanto, uma vulnerabilidade é aproveitada e mais difícil de reconhecer.

Por isso, o ideal é acompanhar as páginas do site, as informações do sistema de controle, a presença de alguma mensagem atípica e os logs. Assim, a identificação ocorre logo “de cara”.

Use sistemas de monitoramento

Ao mesmo tempo, não é viável fazer uma varredura o tempo todo — e um ataque pode acontecer a qualquer momento. Como um simples descuido abre brechas de segurança que podem ser exploradas, o ideal é ter um monitoramento constante. Para tanto, vale usar sistemas e servidores específicos.

Com o serviço, qualquer alteração indesejada gera uma notificação para os responsáveis pela estrutura de TI. Isso permite inclusive identificar ataques em tempo real, o que reduz as chances de problemas maiores.

Acompanhe o feedback dos usuários

Mesmo com toda a atenção, alguns ataques a sites e aplicativos só são identificados quando as pessoas são afetadas. Não é a situação ideal, mas agir rápido nesse momento faz a diferença. Então, fique atento ao feedback dos usuários.

Se alguém apontar que o site ou app está fora do ar, verifique imediatamente o status de funcionamento. Caso comecem a surgir reclamações de redirecionamento indevido, fique atento também. Desse modo, é possível atuar com bastante eficiência.

4. Como evitar ataques a sites e aplicativos?

Todo o cuidado é necessário para não sofrer perdas de credibilidade, oportunidades e dados. Como essas situações são cada vez mais comuns e os criminosos virtuais têm técnicas avançadas, a segurança deve ser reforçada. Com as ações certas, é possível ter tranquilidade no site ou aplicativo da organização. A seguir, veja como evitar essas ocorrências.

Use drivers e programas atualizados

Sabe por que muitos programas e recursos lançam atualizações mesmo sem terem grandes novidades? Porque as novas versões trazem correções importantes de bugs e vulnerabilidades.

Ao manter as opções antigas, você está mais suscetível a ações que já são conhecidas pelos hackers. Por isso, sempre confira e mantenha tudo atualizado, assim fica fácil diminuir os riscos de portas vulneráveis.

Adote os recursos de segurança adequados

É fundamental utilizar todos os recursos voltados à segurança em TI e à prevenção de ataques a sites ou aplicativos. Quer um exemplo simples? A verificação de dois fatores para login evita muitos problemas e diminui o risco de invasões a certos sistemas.

Além disso, é preciso usar as ferramentas corretas. A organização deve ter um certificado SSL para navegação segura e contar com antivírus, firewall e/ou monitores de status para reconhecer invasões.

Em um nível aprofundado, é viável adotar elementos como a CDN (Content Delivery Network). A rede de distribuição de conteúdo pode diminuir os impactos de um ataque de DDoS já que requests de várias partes do mundo não vão afetar um só servidor. Com isso, as chances do servidor principal cair são menores.

Treine e conscientize as pessoas

Como vimos, nem todos os ataques a sites e aplicativos envolvem falhas de arquitetura ou vulnerabilidades. Alguns deles só ocorrem devido a descuidos das próprias pessoas, por isso é fundamental treinar e capacitar os usuários internos sobre a melhor forma de agir.

Aponte a necessidade de evitar redes públicas ou divulgar senhas, por exemplo. Também é interessante ter cuidados extras com e-mails e downloads, além de criar boas senhas. Com o comportamento adequado, as chances de invasões são menores.

Tenha um serviço de backup e proteção contínua

Além de prevenir a ocorrência de ataques a sites e aplicativos, deve-se garantir que não haja tanto impacto. Portanto, é indispensável ter um sistema de proteção contínua e backups redundantes, em vários servidores.

Isso é especialmente útil no caso de infecções por malware, como ao falar de cibersegurança e ransomware. Se você tiver o cloud backup, pode corrigir a vulnerabilidade e restaurar os arquivos sem perdê-los ou ter que pagar por eles.

5. Como funciona o serviço DNS?

O Domain Network Service (DNS) é composto por servidores que traduzem endereços de sites em IP. Com isso, permitem a navegação adequada, além de garantirem velocidade e bom desempenho.

O problema é que há ataques que utilizam a contaminação desses servidores, como o pharming. Já que pode causar dificuldades para a organização, o DNS tem que ser protegido adequadamente.

É possível contratar vários servidores para a mesma aplicação, de modo que o ataque seja facilmente contínuo. Também há extensões de proteção, gerenciadores e até bloqueadores para que certos sites não sejam visitados. Não deixe de fazer verificações constantes e monitorar o protocolo para garantir que tudo funcione conforme deveria.

6. Por que contratar um time de tecnologia?

segurança da informação é um dos aspectos essenciais para as organizações, independentemente do tamanho ou da área de atuação. Ao pensar nas camadas de proteção e nas medidas de execução, vale a pena contratar uma equipe de tecnologia.

Com especialistas no assunto, é possível reduzir os riscos de ataques a sites e aplicativos, além de obter outras vantagens. A seguir, veja por que vale a pena fazer a contratação.

Solução customizada

Já que cada endereço virtual ou app tem suas próprias necessidades, o ideal é desenvolver uma proteção personalizada. Com o apoio de um time especializado no assunto, há como selecionar as alternativas que se adaptam a essas configurações.

Além de aumentar a proteção, esse é um modo de obter eficiência e o melhor custo-benefício. Como consequência, a proteção se torna completa.

Suporte contínuo

Outro ponto essencial é que a contratação não envolve apenas os serviços e a implementação. Contar com um time do ramo significa ter suporte contínuo, em qualquer situação: diante de um ataque, por exemplo, a organização recebe todo o apoio para lidar melhor com o cenário.

Já a abordagem de consultoria permite identificar as novidades e perceber como se adaptar às novas necessidades. Na prática, a tomada de decisão é otimizada.

Redução das perdas

Com uma estrutura completa de segurança, as probabilidades de ataques a sites e aplicativos ficam menores. Mesmo que tais situações aconteçam, passam a ser menos intensas e a permitir correções eficientes.

Tudo isso reduz as perdas do negócio. Além de ficar menos tempo indisponível, há baixos riscos de vazamento de dados sensíveis e menor perda de credibilidade ou confiança perante o público. Com isso, os possíveis prejuízos também são reduzidos.

Apoio à transformação digital

Boa parte das organizações tem se adaptado à nova necessidade de tecnologia e digitalização. A transformação digital inclui vários elementos, como a nuvem pública, privada ou híbrida, a integração de protocolos e assim por diante. Mas, sem a segurança exigida, o processo fica comprometido. Com uma equipe do ramo, é possível atender a todas as exigências para a transição, o que leva a um desempenho melhor.

Os ataques a sites e aplicativos são cada vez mais comuns e elaborados. Como podem causar grandes danos, é essencial saber de que forma identificá-los e, principalmente, evitá-los. Com ajuda especializada, o procedimento se torna simplificado.

Já que esse tema é tão sério, o melhor é ter uma parceria que realmente entenda do assunto. Por isso, entre em contato com a CPD Informática e conheça nossas soluções!

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