Automação e soluções cloud e ITaaS: confira como promovê-las!

Como promover automação de TI e soluções Cloud e ITaaS? Confira!

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Os setores público e privado se encontram em um momento de ampla expansão tecnológica em todo o mundo. Com a transformação digital e os avanços da inovação, a TI passou a desempenhar um papel de protagonismo nas organizações. Afinal, é ela a responsável por gerenciar a otimização de processos por meio da tecnologia. Nesse sentido, automação e soluções cloud e ITaaS são dois fatores que vêm se tornando essenciais.

Ainda assim, esse assunto continua permeado por dúvidas. Por um lado, a automação é um conceito já estabelecido no mercado. Por outro, no entanto, pouca gente sabe como ela se relaciona com a TI. E para ir além, as soluções cloud e ITaaS são muito recentes, trazendo consigo algumas questões.

Pensando nisso, criamos este artigo para esclarecer de vez o assunto. Explicaremos, aqui, como funciona a automação em TI, o que exatamente é uma solução cloud e como a ITaaS está revolucionando o mercado. Então, vamos lá!

A automação em TI na era da transformação digital

O conceito de automação de TI

Também conhecido como automação de infraestrutura, o conceito se refere ao uso de softwares para criar instruções e processos que substituam — ou ao menos reduzam — a interação humana com os sistemas de Tecnologia da Informação. Em outras palavras, trata-se de uma iniciativa que vai além do mundo físico, otimizando processos também no ambiente digital.

Nesse sentido, o software implantado deve trabalhar segundo as instruções fornecidas, a fim de evitar a necessidade de intervenção humana. Na era da transformação digital, essa estratégia vem ganhando cada vez mais espaço nas organizações, dada a nova dinâmica de relacionamento com clientes e usuários, como mostraremos mais à frente.

O fato é que a automação é essencial para qualquer equipe de TI que almeje otimizar seus processos. Para isso, ela abrange desde a infraestrutura de rede e a cibersegurança, passa pela implementação de aplicações e chega à gestão de configuração e de cloud. Isso permite criar um ambiente flexível, capaz de se adaptar rapidamente às novas demandas de trabalho.

O motivo dessa busca incessante por uma dinâmica de funcionamento que seja mais orgânica é a relação mais próxima que as organizações vêm desenvolvendo com seus clientes.

A proximidade com o cliente

O sucesso na transformação digital passa por uma TI que alia desenvolvimento de softwares à automação. Resumidamente, o objetivo é poder criar e aplicar soluções que cumpram os objetivos estabelecidos pela sua estratégia organizacional. Em outras palavras, a equipe é capaz de propor melhorias e trabalhar por conta própria para colocá-las em prática.

Eficácia e velocidade na entrega, por sua vez, são fatores que dependem de um modo específico de trabalhar: o desenvolvimento ágil. Como bem explica Marcos Siqueira, diretor de Operações da CPD Informática, “a área de desenvolvimento tem se tornado cada vez mais ágil, uma vez que o software está cada vez mais perto do usuário final”.

A TI, enquanto equipe de desenvolvimento, cresceu nas organizações ao criar e gerenciar soluções voltadas aos outros departamentos. Atualmente, seu papel vai muito além. Marcos Siqueira exemplifica que, hoje, “ela presta serviços para a população, para os clientes” e, por isso, precisa se manter próxima deles.

Ao contrário do que ocorria antigamente, em que um produto era entregue pronto, e os clientes o utilizavam daquela forma, o cenário agora é de adequação constante. Na prática, conclui Marcos, “você tem de escutar muito mais o cliente, pois ele tem demanda de melhoria (…), terá reclamações de usabilidade do aplicativo”, o que exige um diálogo otimizado, contínuo e rápido.

O papel do desenvolvimento ágil é justamente atender a essas demandas com a devida eficiência.

O desenvolvimento ágil no centro da automação

Foi-se o tempo em que os clientes ou usuários deviam se virar para utilizar uma aplicação. Com a grande oferta de fornecedores, a regra agora é melhorar ou perder espaço. O objetivo, como explica Marcos, é que os aplicativos “sejam cada vez mais fáceis de usar e que as novidades cheguem mais rapidamente à ponta”.

Logo, para automatizar em alto nível a criação de soluções para os clientes, as equipes de desenvolvimento e operações devem trabalhar de forma alinhada. Enquanto a primeira foca as mudanças que estão sendo implantadas, a segunda deve promover a estabilidade do produto entregue.

O diretor de Operações da CPD Informática aponta que os gargalos surgem quando “temos várias mudanças no aplicativo e a equipe de operações não consegue implantá-las na mesma velocidade em que esses pacotes são gerados”. Por isso, essa equipe deve ser tão ágil quanto a de desenvolvimento.

Afinal, vale destacar que um dos grandes objetivos do desenvolvimento ágil é promover uma entrega contínua. Assim, a solução entra em funcionamento rapidamente, e é feito um trabalho em parceria com o usuário para aprimoramento desse software. As demandas vão sendo levantadas e servem de gatilho para as próximas implementações.

Surge, então, um obstáculo material: garantir a performance da infraestrutura responsável por mediar esse trabalho entre quem desenvolve e quem usa o software. Afinal, como otimizar esse diálogo, agilizar as tomadas de decisão e, na prática, promover a automação da TI enquanto provedora de um serviço ao usuário?

As soluções cloud na estratégia de automação

Como funciona

O conceito de computação em nuvem (cloud computing) nos remete a um tipo específico de armazenamento de dados e aplicativos. Nesse modelo, a organização deixa de fazer isso internamente, ou seja, nos próprios servidores, transferindo os dados para um servidor externo. Logo, a única demanda será uma boa conexão com a internet para sustentar o acesso contínuo à nuvem.

Além disso, é preciso contar com um provedor confiável para o serviço. Afinal, será ele o responsável por manter os servidores operando com segurança, estabilidade e de forma ininterrupta. Outro ponto importante é que a nuvem pode ser acessada de qualquer lugar, bastando que o usuário informe suas credenciais (ID de login e senha).

Aqui, vale destacar um dos grandes benefícios da cloud computing: a redução de custos. Ao deixar de utilizar servidores internamente, a organização abre mão de gastos com manutenção e renovação dessa infraestrutura. Isso fez com que um grande número de instituições que sofriam para manter uma equipe de TI operando passassem a contar com esses ativos por meio de um pacote contratado.

Quer saber qual o impacto disso para a automação? Siga na leitura!

Como fazer automação com soluções cloud

Na experiência de Marcos Siqueira, “ambientes em nuvem já têm uma rede e uma forma de conexão que permite escalabilidade e uma rapidez em mudanças essenciais”. Esse é um primeiro passo importante, já que a capacidade de ampliação da infraestrutura é um dos elementos básicos de uma estratégia de automação.

Há, no entanto, uma outra forma de fazer isso: internamente. O ponto, aqui, é que será necessário investir diretamente na infraestrutura e na sua manutenção e gestão. Algumas organizações optam, por exemplo, por uma união entre servidores internos e a nuvem pública, visando a distribuir os recursos conforme a necessidade do momento.

O diretor de Operações da CPD Informática aponta que essa estratégia permite “escolher o nível de automação e de controle da infraestrutura e comparar as maneiras”. É possível encontrar instituições, por exemplo, que adotam essa estratégia de forma sazonal. O objetivo, nesse caso, é dar suporte a alguma campanha específica de vendas (feriados, Black Friday etc.).

Um case importante

Nem todo caso a ser estudado é de sucesso. A Gol Linhas Aéreas, por exemplo, obteve um grande aprendizado por meio de uma falha na estratégia adotada alguns anos atrás. Ao lançar uma grande promoção com passagens a preços baixíssimos, a Gol se deparou com um volume gigantesco de acessos ao seu site. O problema é que ela não estava preparada para isso.

O resultado foi que ninguém conseguia acessar a promoção. Sem uma infraestrutura ágil capaz de ser expandida de alguma forma para lidar com o tráfego crescente, o momento foi de pura decepção. Os clientes acessavam o site e nada acontecia: não era possível continuar com a compra — e nem mesmo uma mensagem de erro era exibida.

Com uma infraestrutura escalável, esse tipo de problema não deve ocorrer. Automatizar o sistema, nesse sentido, significa garantir que um cenário peculiar seja tratado com decisões rápidas. Um aumento na demanda, por exemplo, pode ser respondido com uma mudança no plano de cloud para obter mais espaço ou mais capacidade de acesso aos bancos de dados.

Nesse sentido, um dos fatores essenciais a serem considerados é o fornecedor de cloud. Estamos falando de um parceiro que deve estar apto a entregar aquilo de que sua organização precisa no momento certo, transformando a TI em um verdadeiro serviço.

IT as a Service (ITaaS)

O papel do fornecedor

Ao contratar um fornecedor de ITaaS, sua organização deve receber uma combinação articulada de software, hardware, backup, armazenamento de dados, manutenção e suporte ao usuário. O objetivo é que você não tenha que se preocupar com a compra de equipamentos, contratação de profissionais ou mesmo o gerenciamento de questões técnicas da infraestrutura.

Em busca de uma automação completa da TI, o modelo permite tanto a elaboração de plataformas que operam diretamente na nuvem, quanto sistemas híbridos. Nesse segundo caso, parte da infraestrutura fica alocada na própria organização, enquanto o restante fica por conta da cloud.

Os benefícios que isso traz, como mostraremos a seguir, são muitos.

Escalabilidade na automação

Por mais que as soluções cloud possam trazer melhorias significativas ao serem implementadas, isso não para por aí. A automação beneficia ainda mais quando isso é feito de forma a gerar escalabilidade para a TI como um todo. Na prática, como explicamos, isso significa estar apto a ampliar ou reduzir o tamanho da infraestrutura conforme as demandas específicas de cada momento.

E isso deve ser feito com agilidade. Como mostramos no caso da Gol, a TI precisa ser capaz de dar suporte às estratégias da organização, de modo que uma iniciativa não seja frustrada pela falta de capacidade operacional, principalmente se isso significa tecnologia da informação.

Essa consciência envolve, também, a capacidade de se adequar às novas tendências do mercado. Quando a automação é alcançada, “você está preparado para mudanças rápidas nas tecnologias”, diz Marcos Siqueira.

Produtividade em alta

Um dos grandes diferenciais é o aumento da produtividade. Como explica Marcos Siqueira, o uso de ITaaS gera um modo de trabalhar diferente, no qual a TI pode “entregar aplicações para o cliente de maneira mais ágil”. Isso não significa apenas desenvolvimento ágil, mas toda uma estrutura de processos que são integrados em uma cadeia de acontecimentos menos burocratizada.

O impacto pode ser notado diretamente na performance da equipe de TI. E isso passa por um aperfeiçoamento dos processos e, é claro, por uma melhora no desempenho dos profissionais. É significativo o quanto a equipe de TI rende mais quando pode focar diretamente o desenvolvimento de soluções, deixando para o fornecedor as atividades de gestão da infraestrutura.

Nesse sentido, é fácil entender por que os benefícios financeiros surgem em tão pouco tempo.

Redução de falhas e custos

Diminuir a interação humana nos processos de TI representa uma iniciativa estratégica cujo maior impacto é a redução de falhas. Quanto menos pessoas estão envolvidas em uma atividade, deixando as decisões para softwares que seguem instruções claras, menores as chances de um erro humano.

Consequentemente, o fluxo de trabalho se torna mais dinâmico. Os processos seguem uma ordem estabelecida pelo workflow (método de trabalho), enquanto os profissionais podem focar seu tempo nas atividades que exigem tomadas de decisão criativas e no desenvolvimento de novas soluções.

Assim, a redução de custos é extremamente positiva, já que o fornecedor é especialista no assunto. Dessa forma, ele vai providenciar um datacenter seguro, localizado em instalações adequadas, com hardwares e softwares de qualidade e uma equipe técnica altamente capacitada para gerenciar essa infraestrutura.

A tarefa da sua organização passa a ser encontrar um parceiro confiável. Nesse momento, é importante buscar um fornecedor de boa reputação e com ampla experiência nos mais diferentes cenários possíveis.

Marcos Siqueira ressalta que, “muitas vezes, quem está dentro de um órgão (…) não consegue ver além de sua própria cidade”. Por isso, a CPD Informática desenvolveu uma estratégia própria de trabalho.

Marcos continua: “primeiro, a CPD pode avaliar quais ações são necessárias — quais sistemas e infraestruturas são elegíveis para modernização”. O objetivo, aqui, é mapear exatamente as demandas da sua organização. “A CPD faz a parte consultiva de entender o ambiente”.

Além de oferecer hardwares que entreguem a modernização que você espera, a CPD, conclui ele, faz “as partes de operação e suporte dessa infraestrutura, que, muitas vezes, tornam-se mais complexas, até por desconhecimento do órgão”.

São mudanças estruturais que visam ao desenvolvimento da organização em direção a um modelo compatível com a era da transformação digital. Com uma TI mais poderosa, flexível, segura e ágil, você pode entregar aquilo de que seus usuários precisam com eficiência e no tempo certo.

Agora que você já sabe como relacionar automação e soluções cloud e ITaaS, leve essa evolução para sua equipe. Com um fornecedor de confiança, você pode criar um ambiente no qual a tecnologia trabalha a seu favor, proporcionando resultados melhores e inovação de verdade!

Para saber como essa ideia pode se tornar realidade no contexto específico da sua organização, fale conosco! A CPD Informática está pronta para ajudar você!

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