Inteligência Artificial

Como a inteligência artificial transforma as organizações?

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Sem dúvida, a inteligência artificial — IA — é uma das tecnologias mais transformadoras da sociedade nos últimos tempos. As máquinas inteligentes são capazes de modificar definitivamente as relações sociais e profissionais e, sobretudo, as estratégias de negócios.

De acordo com uma recente pesquisa do Gartner, a adoção de aplicações de IA pelas organizações está apenas no início. Segundo o estudo, 4% dos CIOs implementaram a tecnologia recentemente nas estratégias do negócio, enquanto 46% pretendem fazê-lo nos próximos anos.

Ainda segundo o Gartner, a cada cinco profissionais envolvidos em funções estratégicas nas organizações, um vai depender de tecnologias de inteligência artificial. Parece promissor, não é?

Mas você sabe de que forma essa tecnologia tão disruptiva pode impactar a sua organização? Se a luz da dúvida apareceu, continue a leitura deste post!

O conceito de inteligência artificial

A IA é um segmento da informática que tem como propósito o desenvolvimento de softwares e máquinas capazes de realizar tarefas — que, geralmente, seriam executadas por pessoas — de forma autônoma.

Os objetivos essenciais dessa tecnologia compreendem:

  • raciocínio e dedução;
  • aprendizado;
  • planejamento;
  • processamento da linguagem natural;
  • percepção;
  • manipulação e movimentação de objetos — Internet das Coisas (IoT – Internet of Things).

Apesar de existirem diversas formas de inteligência artificial, é possível dividi-la em três grandes categorias.

Machine learning

O machine learning — ou aprendizado de máquina — é, basicamente, o método de fornecer dados para as máquinas para que elas aprendam de forma autônoma.

Em outras palavras, é disponibilizado um ambiente para uma máquina para que ela possa ter acesso a informações e, a partir da análise desses dados, chegar em respostas inteligentes e definir padrões.

Redes neurais artificiais

Assim como o machine learning, as redes neurais artificiais propõem o aprendizado das máquinas por meio de experiências. A grande diferença, porém, está na sua estruturação, que é semelhante à rede de neurônios em nosso cérebro.

As redes neurais são sistemas compostos por articulações que se interconectam em várias ramificações. O aprendizado da máquina é conquistado a partir da atualização e desenvolvimento dessas interconexões.

Deep learning

Já o deep learning — ou aprendizado profundo — abrange um complexo no qual essas articulações são organizadas em camadas invisíveis, abaixo da superfície das redes neurais artificiais.

Em suma, o deep learning lida com aprendizados de máquina mais complexos, por meio das redes neurais. Aplicações como reconhecimento de fala, de visão e o processamento da linguagem natural são resultados desse mecanismo.

Mais do que tendência, as aplicações de inteligência artificial podem representar oportunidades para as organizações reverem seus planos de negócios e ganharem vantagens competitivas. Veja a seguir.

Como a IA está transformando as organizações

Como dissemos, a inteligência artificial permite que máquinas desenvolvam aprendizado a partir de experiências. Os computadores, nesse caso, podem ser ensinados a desempenharem tarefas específicas ao processarem informações e reconhecerem padrões.

As aplicações da IA nas organizações são incontáveis, desde chatbots e assistentes pessoais para atendimento a clientes e compras no varejo, auxílio em diagnósticos médicos para monitoramento de pacientes, até tutoria para educação personalizada. Conheça algumas dessas possibilidades.

Os carros autônomos

Lembra que citamos a internet das coisas como um dos objetivos essenciais da inteligência artificial? Pois é, essa é a base para que carros desenvolvidos a partir de IA sejam capazes de reconhecer padrões de comportamento e hábitos dos proprietários.

Esses carros autônomos são capazes de estacionar sozinhos, monitorar pontos cegos, detectar colisões e auxiliar os condutores em termos de segurança na direção.

Em outras palavras, são veículos controlados automaticamente e, por isso, não precisam lidar com contratempos humanos, como distrações, cansaço, imprudência etc. Para a gestão da logística das organizações é um auxílio e tanto.

Os bots para atendimento remoto

A partir das redes neurais, já citadas neste artigo, modelos computacionais são capazes de imitar a forma como um cérebro humano age. Essa capacidade permite que os famosos chatbots consigam se aproximar de uma linguagem informal e realizar atendimento aos consumidores de forma quase natural.

Essa aprendizagem é chamada de Processamento de Linguagem Natural, um método da inteligência artificial que trata de fazer com que máquinas entendam a linguagem humana e possam dar respostas de acordo com o assunto tratado.

Em um chatbot, essa técnica auxilia os usuários a chegarem ao objetivo de forma rápida, de acordo com o contexto do atendimento. Já imaginou como ela pode ser aplicada na sua organização?

Os mecanismos inteligentes de segurança

Otimizar os dispositivos de segurança é uma responsabilidade de qualquer organização. Contar com mecanismos que evitem ataques digitais ou fraudes é essencial, seja na gestão da infraestrutura de tecnologia, seja no gerenciamento das vendas.

A partir de algoritmos de segurança digital ou antifraudes, a inteligência artificial pode examinar comportamentos dos usuários e identificar possíveis ameaças. Já nas vendas, é possível, a partir do cruzamento de informações, prevenir fraudes ou ataques digitais. São formas inteligentes de fazer com que os processos do negócio sejam mais confiáveis e eficazes, não acha?

Para além das aplicações práticas já citadas, a IA tem potencial para otimizar processos já estabelecidos nas organizações ou melhorar a tomada de decisões.

A análise de dados, por exemplo, aliada à inteligência artificial — a partir dos chatbots —, traz diagnósticos mais precisos em relação ao perfil dos clientes e ao relacionamento com o consumidor, possibilitando um aprendizado mais complexo sobre essas relações.

Como sua organização pode aderir a essa tecnologia?

Preparar uma organização para a adoção da inteligência artificial exige, antes de tudo, planejamento. Independentemente do perfil de negócio, é essencial ter um olhar estratégico de como as soluções de IA podem se integrar aos processos internos.

A partir daí, alguns fatores podem ser considerados. Veja:

  • implementação de recursos para colaboração que utilizam a inteligência artificial;
  • uso de ferramentas de segurança de dados que têm a IA como base;
  • adesão à gestão baseada em mudanças, para que os colaboradores se adaptem rapidamente ao novo ambiente.

Existem desafios no caminho rumo à adoção das tecnologias de inteligência artificial, mas elas devem ser vistas como um investimento estratégico na organização.

Essas soluções são capazes de otimizar o ambiente corporativo e provocarem impactos positivos na gestão das diversas áreas de um negócio. Além disso, representa uma grande abertura para que a transformação digital ocorra, de forma efetiva, no negócio.

A inteligência artificial já é um assunto recorrente na sua organização? Que tal ampliar essa conversa compartilhando este artigo nas suas redes sociais?

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